
É tarde, já não posso voltar...
Correm as águas ao encontro do horizonte perdido
Correm os passos de quem lembrou a brevidade da vida
Correm os ventos e os rios
Revoltam-se as ondas em tempestades...
Chora a alma sobre a vida
É tarde, já não posso voltar
E em tão tênue e frágil espaço de tempo
Acordo nas dores da saudade abraçada à solidão
É tarde, passam as aves ao longe
Vão encontro de mais um verão...
É tão tarde...
Restam as margens seguras do tempo
O tempo transforma, cura os passos incertos...
Calada, a alma segue o seu rumo de olhos abertos
Mas é tão tarde...
Restam as sombras sob as luzes do difícil aprendizado
A janela que se abre, para um dia inusitado...
Seguem-se os passos de quem lembrou a brevidade da vida...
Correm as águas ao encontro do horizonte perdido
Correm os passos de quem lembrou a brevidade da vida
Correm os ventos e os rios
Revoltam-se as ondas em tempestades...
Chora a alma sobre a vida
É tarde, já não posso voltar
E em tão tênue e frágil espaço de tempo
Acordo nas dores da saudade abraçada à solidão
É tarde, passam as aves ao longe
Vão encontro de mais um verão...
É tão tarde...
Restam as margens seguras do tempo
O tempo transforma, cura os passos incertos...
Calada, a alma segue o seu rumo de olhos abertos
Mas é tão tarde...
Restam as sombras sob as luzes do difícil aprendizado
A janela que se abre, para um dia inusitado...
Seguem-se os passos de quem lembrou a brevidade da vida...
(Isabela)