janeiro 19, 2009
São elas, as criancinhas, o amor e o luto de um presente abortado...
São elas, as criancinhas, as lamentações
pelo estigma de morrerem todos os dias...
Representam a perda do que fomos,
e do que um dia esperávamos ser...
A dor do luto sobre uma infância enclausurada,
em abusos, luxúrias, egoísmos e explorações...
Devaneios de uma guerra ignorante, e por quais razões?
Por um pedaço de chão...
Pelas migalhas do seu pão...
Pela mídia desinteressada...
Pela falsa moral...
Pelos governos corrompidos...
Eis a calamidade de uma nação...
A crença parida no ventre da morte é, agora, violência e mutilação...
De que forma consolaremos as crianças que restarem desta triste condenação?
Das que ainda correm nuas pelas ruas, fugindo...
Tais quais rosas cálidas de Hiroshima,
Representam a perda do que fomos,
e do que um dia esperávamos ser...
A dor do luto sobre uma infância enclausurada,
em abusos, luxúrias, egoísmos e explorações...
Devaneios de uma guerra ignorante, e por quais razões?
Por um pedaço de chão...
Pelas migalhas do seu pão...
Pela mídia desinteressada...
Pela falsa moral...
Pelos governos corrompidos...
Eis a calamidade de uma nação...
A crença parida no ventre da morte é, agora, violência e mutilação...
De que forma consolaremos as crianças que restarem desta triste condenação?
Das que ainda correm nuas pelas ruas, fugindo...
Tais quais rosas cálidas de Hiroshima,
Sem rumos, sem corações, sem braços, pernas ou mãos?
E aos que descerraram seus olhos na fumaça da morte que trouxe a degradação?
Em algum momento de suas vidas,
Fora, o amor, o único vínculo desejado pelos braços de suas mães,
E aos que descerraram seus olhos na fumaça da morte que trouxe a degradação?
Em algum momento de suas vidas,
Fora, o amor, o único vínculo desejado pelos braços de suas mães,
mesmo estando rotos e calejados...
Em algum momento de suas vidas,
Fora, a morte, na angústia, o medo mais cruel,
Em algum momento de suas vidas,
Fora, a morte, na angústia, o medo mais cruel,
entre os destroços do luto indesejado...
São elas as criancinhas,
São elas as criancinhas,
o amor e o luto de um presente abortado...
Pelo egocentrismo de quem se acha isento
Pelo egocentrismo de quem se acha isento
de viver esta vida sem dor e sem tormentos,
Mas, apenas, com os notáveis discursos ensaiados,
Mas, apenas, com os notáveis discursos ensaiados,
alimentando irônicas políticas falidas,
tornando-se hostis e perigosos a cada dia...
Alimentando o ódio e a opulência,
Em tempos de desamor...
Alimentando o ódio e a opulência,
Em tempos de desamor...
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8 comentários:
As crianças se tornaram alvo da política da violência, da opressão pela força bruta. Que mundo esse em que estamos vivendo =(
Beijos, Belle.
ola Isa... saudades de você!
muito bom o texto, angustiante e sofrido... mas que causa uma necessária repulsa, um necessário protesto!
b.e.i.j.o.s.
Estar aqui presente
Com palavras
Luzentes brilhantes…
É como flutuar
Em águas calmas
E no fundo ver diamantes
Um bom fim-de-semana
Inundado de paz…
O eterno abraço…
"Representam a perda do que fomos,
e do que um dia esperávamos ser..."
Muito bom!
Lá fora chove o calado momento
Que repassa na alma, ansiedades…
Saltam inquietas chamas de dentro
Do meu peito, alagadas saudades
Um fim-de-semana ensopado
De paz e harmonia…
De coração ornamentado
De muita alegria
O eterno abraço…
-Manzas-
No castelo
Das expressões,
Estas palavras
Sobrevoam
O mundo inteiro…
Acorrenta e entoam
Paz aos corações
E aqui
Ao lê-las…
Ficarei prisioneiro
Uma semana carregada
De saúde,
Paz…
E muito amor.
O eterno abraço…
-MANZAS-
Entrar aqui, na tamanha beleza
Numa pagina que fermenta Harmonia…
É sonhar acordado e voar na leveza
De poetizar tudo… porque tudo é poesia
Uma semana de paz e alegria…
O eterno abraço…
-MANZAS-
O mundo adormece na cama do céu
Enquanto permaneço acordado no teu roseiral…
Vigilante no teu galante corpo, rosa sem véu
Batem janelas inquietas, pétalas em temporal
Neste momento,
Desejo
Um bom fim-de-semana
Materializado em harmonia
Com muita alegria…
Um excelente CARNAVAL
Com muito divertimento
Desmascarando amor
Com paz,
Cheio de muita folia…
O eterno abraço…
-MANZAS-
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